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Capítulo 3 de 3
A Sophia De Jesus Cristo — parte 2 de 2
Sophia de Jesus
Notas deste Texto (1) Provável referência a doze que são mais íntimos, mais 'fortes', do núcleo mais interno - incluindo mulheres - e mais outros sete seguidores do círculo não tão íntimo, como um grupo intermediário, incluindo homens. (2) Poder ser uma referência a um local físico, de encontro, ou a um estado de consciência no qual os discípulos se encontrássem para um aprofundamento nestas temáticas e que lhes tornava possível a presença do Senhor e sua percepção. (3) Ou 'divina'. (4) Provavelmente uma alusão às potestades. (5) No oculto, o nível interno, nos planos mais sutis onde ele se encontrava. Este, provavelmente, não é o primeiro encontro que têm após a morte do Senhor. (6) No sentido de lhe dar sustento, geração, de mantê-la. (7) Referência ao estado de consciência elevado específico em que eram ministradas as instruções mais reservadas. (8) Como o universo passa do Caos à ordem. (9) Ele tem esta capacidade, este poder. (10) Outra tradução: 'pela (semeadura ou) disseminação do atrito impuro'. Pode referir-se à geração carnal em oposição à regeneração espiritual, ou à contaminação pelo contato (atrito) com as idéias impuras. (11) No Eugnosto a frase termina aqui com 'exceto só ele'. (12) No Eugnosto não há esta relação de dependência entre estas duas orações. Diz: 'Ninguém o determina. Ele não tem nome'. (13) Sobre este ponto, veja-se o Evangelho da Verdade atribuído a Valentino (séc II d.C.). (14) No Eugnosto, 'Ele tem sua própria aparência'. (15) Esta parte se encontra, no texto SJC, na resposta a Tomé.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.