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Capítulo 3 de 3
Enoque, Livro Das Parábolas — parte 1 de 1 — parte 3 de 3
Parábolas de Enoque
E para que eles possam prostrar-se e adorar diante do Senhor dos Espíritos e confessar seus pecados diante Dele. 63.2 Eles abençoarão e louvarão o Senhor dos Espíritos, e dirão: “Bendito seja o Senhor dos Espíritos e o Senhor dos reis, o Senhor dos poderosos, o Senhor dos ricos e o Senhor da glória, e o Senhor da Sabedoria! 63.3 Todo o segredo está claro, diante de Ti, e Teu poder é para todas as gerações, e Tua glória é para todo o sempre. Profundos e incontáveis são todos os Seus segredos, e Sua justiça está além da conta. 63.4 Agora, percebemos que devemos louvar e abençoar o Senhor dos Reis, e Aquele que é o Rei de todos os Reis.” 63.5 Eles dirão: “Quem sabe nos seja dado um descanso, para que possamos louvar e agradecer e abençoá-Lo, e fazer nossa confissão diante de Sua Glória. 63.6 Agora, ansiamos por uma trégua, mas não a encontramos, somos expulsos e não a obtemos; a luz passou diante de nós e as trevas serão nossa morada para todo o sempre. 63.7 Pois não fizemos nossa confissão diante Dele, nem louvamos o nome do Senhor dos Reis, nem louvamos ao Senhor por todas as Suas obras, mas nossas esperanças estão no cetro de nosso reino e de nossa glória. 63.8 No dia de nossa aflição e angústia, Ele não nos salva e não encontramos trégua para fazer nossa confissão de que nosso Senhor é fiel em todas as Suas ações, em todos os Seus julgamentos e justiça; que Seus julgamentos não mostram respeito pelas pessoas. 63.9 E nós passamos diante Dele porque todas as nossas obras e todos os nossos pecados foram contados com exatidão. “ 63.10 Então eles lhes dirão: “Nossas almas estão fartas de posses, adquiridas pela iniquidade, mas não nos impedem de cair nas chamas do tormento do Sheol.” 64.1 E vi outras figuras escondidas naquele lugar. 64.2 Eu ouvi a voz do Anjo dizendo: “Estes são os Anjos que desceram do Céu, à Terra, e revelaram o que é segredo aos filhos dos homens, e desviaram os filhos dos homens, de modo que eles cometeram pecado”. Capítulo 16: Epílogo de Noé [A história continua com Enoque observando na Terra seu bisneto Noé] 65.1 Neste momento, Noé viu que a terra deslizou e que destruição aproximava-se. 65.2 Então ele levantou seus pés e foi para os confins da terra, para a habitação do seu bisavô Enoque. 65.3 E Noé clamou com uma amarga voz: Ouvi-me, ouvi-me, ouvi-me, três vezes. E ele disse: Dize-me o que está ocorrendo sobre a terra, pois a terra trabalha e é violentamente abalada.
Certamente eu perecerei com ela. 65.4 Depois disso houve uma grande perturbação na terra e uma voz foi ouvida desde o céu. Eu caí sob a minha face, então meu bisavô Enoque veio e colocou-se ao meu lado. 65.5 Ele disse-me: Por que clamas a mim com um amargo clamor e lamentação? 65.6 Um mandamento partiu do Senhor contra aqueles que habitam na terra para que eles sejam destruídos, pois eles conhecem todo segredo dos anjos, toda obra opressiva, o poder secreto dos demônios (58) e todo poder daqueles que cometem sortilégios, tanto quanto daqueles que fazem imagens fundidas em toda a terra. 65.7Eles sabem como a prata é produzida do pó da terra e como na terra a gota metálica existe, pois o chumbo e o estanho não são produzidos da terra como fonte primária de sua produção. 65.8 Há um anjo colocado sobre ela, e o anjo luta para prevalecer. 65.9 Depois disso meu bisavô Enoque agarrou-me com sua mão, levantando-me e disseme: Vai, pois eu pedí ao Senhor dos espíritos a respeito desta perturbação da terra; o qual respondeu: Por conta da impiedade deles seus inumeráveis julgamentos foram consumados diante de mim. Por causa dos sortilégios que eles procuraram e aprenderam, a terra e aqueles que habitam sobre ela serão destruídos. 65.10 Eles descobriram segredos, e eles são aqueles que têm sido julgados; mas não você, meu filho. O Senhor dos espíritos sabe que tu és puro e bom, livre da reprovação do descobrimento de segredos. 65.11 Ele, o Santo, estabelecerá Seu nome no meio dos santos e te preservará daqueles que habitam sobre a terra. Ele estabelecerá tua semente em retidão com domínio e grande glória, (60) e da tua semente se espalhará retidão, e homens santos sem número para sempre. 66.1 Depois disso ele mostrou-me os anjos de punição, os quais estão preparados para vir e abrir todas as águas poderosas sob a terra: 66.2 Que elas podem ser para julgamento e para destruição de todos aqueles que permanecem e habitam sobre a terra. 66.3 O Senhor dos espíritos ordenou os anjos que saíram, para não tomar os homens, e preservá-los, 66.4 pois aqueles anjos presidem sobre todas as poderosas águas.
Então eu saí da presença de Enoque. 67.1 Naqueles dias a palavra de Deus veio a mim, e disse: Vê Noé, tua sorte ascendeu a Mim, uma sorte imune de crime, uma sorte amada e superior. 67.2 Agora então os anjos trabalharão com a madeira da árvores, mas enquanto eles procedem nisto eu colocarei minha mão sobre elas e as preservarei. 67.3 A semente da vida se erguerá dela e uma mudança tomará lugar para que a terra seca não seja deixada vazia. Eu estabelecerei tua semente diante de mim para sempre e sempre, e a semente daqueles que habitarem contigo na superfície da terra. Ela será abençoada e multiplicada na presença da terra, em nome do Senhor. 67.4 Eles confinarão aqueles anjos que descobriram a impiedade. Naquele vale ardente é que eles serão confinados, o qual a princípio meu bisavô mostrou-me no oeste, onde há montanhas de ouro e prata, de ferro, de metal fluído, e de estanho. 67.5 Eu vi aquele vale no qual há uma grande perturbação e onde as águas são agitadas. 67.6 E quando tudo isto foi executado, da massa fluída de fogo e na perturbação que prevaleceu naquele lugar, levantou-se um forte cheiro de enxofre que se misturou com as águas; e o vale dos anjos que haviam sido culpados de sedução, queimou-se debaixo da terra. 67.7 Através daquele vale rios de fogo também estavam fluindo, para os quais aqueles anjos serão condenados, os quais seduziram os habitantes da terra. 67.8 E naqueles dias estas águas serão para os reis, aos príncipes, aos exaltados e para os habitantes da terra, para a cura da alma e do corpo e para o julgamento do espírito. 67.9 Seus espíritos serão cheios de luxúria para que eles possam ser julgados em seus corpos; porque eles negaram o Senhor dos espíritos, e apesar de eles perceberem sua condenação dia após dia, não acreditaram em seu nome. 67.10 E como a inflamação de seus corpos será grande, assim seus espíritos sofrerão uma transformação para sempre. 67.11 Pois nenhuma palavra que é pronunciada diante do Senhor dos espíritos será em vão. 67.12 O Julgamento veio sobre eles porque eles confiaram em sua luxúria carnal e negaram o Senhor dos espíritos. 67.13 Naqueles dias as águas daquele vale serão transformadas, pois enquanto os anjos forem julgados, o calor daquelas fontes de água sofrem uma alteração. 67.14 E enquanto os anjos ascenderem, a água das fontes novamente sofrem uma alteração e congelam. Então eu ouvi o santo Miguel respondendo e dizendo: Este julgamento, com o qual os anjos serão julgados, dará testemunho contra os reis, príncipes e aqueles que possuem a terra. 67.15 Pois estas águas de julgamento serão para sua cura e para a luxúria de seus corpos.
Mas eles não perceberão e não acreditarão que as águas serão transformadas e tornadas como fogo, que arderá para sempre. Capítulo 17: Epílogo dos Anjos 68.1 Depois disto o Anjo deu a Noé os sinais de todas as coisas secretas do livro do seu bisavô Enoque, e nas parábolas que haviam sido dadas a ele; inserindo-as para Noé entre as palavras do livro das parábolas. 68.2 Naquele momento o santo Miguel respondeu e disse a Rafael: O poder do espírito precipita-me daqui e impele-me para fora. A severidade do julgamento, do secreto juramento dos anjos, quem é capaz de observara resistência daquele severo julgamento que aconteceu e se tornou permanente-sem ser dissolvido no seu lugar? Novamente o santo Miguel respondeu e disse ao santo Rafael: Quem está lá, cujo coração não se abrandou por isto, e cujos intestinos não se afligiram com esta coisa? 68.3 O Julgamento saiu contra eles por aqueles que assim arrastaram-nos para fora; e que se foram, quando eles estavam na presença do Senhor dos espíritos. 68.4 De igual maneira também o santo Rakael disse a Rafael: Eles não estarão diante do olhar do Senhor já que o Senhor dos espíritos foi ofendido por eles, pois como o Senhor eles têm-se conduzido. Portanto Ele traz sobre eles um secreto julgamento para sempre e sempre. 68.5 Pois nem o anjo, nem o homem recebe uma porção dele, mas eles só receberão seu próprio julgamento para sempre e sempre. 69.1 E, após este julgamento, eles irão aterrorizá-los e fazê-los tremer, pois eles têm mostrado isso para aqueles que habitam na terra seca. 69.2 E eis os nomes desses Anjos.
E estes são os seus nomes: O primeiro deles é Semyaza, e o segundo Artaqifa, e o terceiro Armen, e o quarto Kokabiel, e o quinto Turiel, e o sexto Ramiel, e o sétimo Daniel, e o oitavo Nuqael, e o nono Baraqiel, e o décimo Azazel, e o décimo primeiro Armaros, o décimo segundo Batriel, o décimo terceiro Basasael, o décimo quarto Ananel, o décimo quinto Turiel, o décimo sexto Samsiel, o décimo sétimo Yetarel, o décimo oitavo Tumiel, o décimo nono Turiel, o vigésimo Rumiel, o vigésimo primeiro Azazel. 69.3 E estes são os chefes de seus Anjos, e os nomes dos líderes de centenas, e seus líderes de cinquenta, e seus líderes de dezenas. 69.4 O nome do primeiro é Yequn; este é aquele que desviou os filhos dos Anjos do Céu, e ele os trouxe para baixo, para a terra seca, e os desviou através das filhas dos homens. 69.5 E o nome do segundo é Asbeel; este sugeriu um plano maligno aos filhos dos Santos Anjos, e os desviou, de modo que corromperam seus corpos com as filhas dos homens. 69.6 E o nome do terceiro é Gadreel; este é aquele que mostrou todos os golpes mortais aos filhos dos homens. E ele desviou Eva. E ele mostrou as armas da morte aos filhos dos homens, o escudo e a couraça e a espada para matança e todas as armas da morte aos filhos dos homens. 69.7 E, de sua mão, eles têm saído contra aqueles que habitam em terra seca, desde aquele tempo e para todo o sempre. 69.8 E o nome do quarto é Penemue; este mostrou aos filhos dos homens o amargo e o doce, e mostrou-lhes todos os segredos de sua sabedoria. 69.9 Ele ensinou aos homens a arte de escrever, com tinta e papel, e por meio dela muitos se desviaram, de eternidade em eternidade, e até hoje. 69.10 Pois os homens não foram criados para isso, para confirmarem sua fé assim, com pena e tinta. 69.11 Pois os homens foram criados, não diferentemente dos Anjos, para que permanecessem justos e puros, e a morte, que tudo destrói, não os teria tocado; mas por meio desse conhecimento deles estão sendo destruídos, e por meio desse poder isso os está consumindo. 69.12 O nome do quinto é Kasdeyae; este mostrou aos filhos dos homens todos os golpes malignos dos espíritos e dos demônios, e os golpes que atacam o embrião no ventre, para que aborte. E os golpes que atacam a alma, a picada da serpente, e os golpes que ocorrem ao meio-dia, e o filho da serpente, que é forte. 69.13 Esta é a tarefa de Kesbeel, o chefe do juramento, que mostrou o juramento aos Santos, quando ele habitava no Alto da Glória, e seu nome é Beqa. 69.14 Este disse ao Santo Miguel que ele deveria mostrar-lhe o Nome Secreto; para que eles pudessem mencioná-lo no juramento, para que aqueles que mostraram aos filhos dos homens tudo o que é secreto, tremessem diante daquele Nome e daquele juramento. 69.15 E este é o poder deste juramento, pois ele é poderoso e forte, e Ele colocou este juramento, Akae, a cargo do Santo Miguel. 69.16 E estes são os segredos deste juramento, e é forte; por meio de Seu juramento, o céu foi suspenso, antes que o mundo fosse criado e para sempre. 69.17 E através dela, a terra foi fundada sobre a água, e dos recessos escondidos das montanhas vêm belas águas, da criação do mundo, e para sempre. 69.18 E através desse juramento, o mar foi criado, e como seu fundamento, para o tempo da ira, Ele colocou para ele a areia, e ela não vai além dela, desde a criação do mundo, e para sempre. 69.19 E por meio desse juramento, as profundezas foram firmadas, e elas permanecem e não se movem de seu lugar, desde a criação do mundo, e para sempre. 69.20 E através desse juramento, o Sol e a Lua completam seu curso, e não transgridem seu comando, desde a criação do mundo, e para sempre. 69.21 E através daquele juramento, as estrelas completam seu curso, e Ele chama seus nomes, e eles O respondem, desde a criação do mundo, e para sempre. 69.22 E da mesma forma, os espíritos da água, dos ventos, e de todas as brisas, e seus caminhos, de acordo com todos os grupos de espíritos. 69.23 E ali são guardados os depósitos do som do trovão e da luz dos relâmpagos. E lá são mantidos os depósitos de granizo e geadas, e os depósitos de névoa e os depósitos de chuva e orvalho. 69.24 E todos estes se confessam e dão graças, diante do Senhor dos Espíritos, e cantam louvores com todas as suas forças.
E seu alimento consiste em todo o seu agradecimento, e eles dão graças, louvam e exaltam, em nome do Senhor dos Espíritos, para todo o sempre. 69.25 E este juramento é forte sobre eles, e por meio dele são mantidos em segurança e seus cursos não são perturbados. 69.26 E tiveram grande alegria e abençoaram, louvaram e exaltaram, porque o nome daquele Filho do Homem lhes havia sido revelado. 69.27 E ele se assentou no Trono de Sua Glória, e todo o Julgamento foi dado ao Filho do Homem, e ele fará com que os pecadores passem e sejam destruídos da face da Terra. 69.28 E os que desviaram o mundo, serão acorrentados e encerrados no local de reunião de sua destruição, e todas as suas obras passarão da face da Terra. 69.29 E, a partir de então, não haverá nada corruptível. Pois aquele Filho do Homem apareceu e se assentou no Trono da Sua Glória, e todo o mal passará, e irá de diante Dele; e a palavra daquele Filho do Homem será forte diante do Senhor dos Espíritos. Esta é a terceira parábola de Enoque. Capítulo 18: Conclusão 70.1 Depois disto o nome do Filho do homem, vivendo com o Senhor dos espíritos, foi exaltado pelos habitantes da terra. 70.2 Ele foi exaltado nas carruagens do Espírito e o seu nome estava no meio deles. 70.3 Desde aquele tempo eu não fui arrancado do meio deles; mas Ele assentou-se entre dois espíritos, entre o norte e o oeste, onde os anjos receberam seus cordões, para medir o lugar para os eleitos e os justos. 70.4 Alí eu vi os pais dos primeiros homens e os santos que habitam naquele lugar para sempre. 71.1 Depois disso meu espírito foi ocultado, ascendendo aos céus. Eu vi os filhos dos santos anjos andando em chamas de fogo, cujas vestimentas e mantos eram brancos e cujos semblantes eram transparentes como cristal. 71.2 Eu vi dois rios de fogo brilhando como o jacinto. 71.3 Então caí sobre minha face diante do Senhor dos espíritos. 71.4 E Miguel, um dos arcanjos, tomou-me pela mão direita e levantou-me; trouxe-me para onde estava todo segredo de misericórdia e retidão. 71.5 Ele me mostrou todas as coisas ocultas das extremidades do céu, todos os receptáculos das estrelas e o seu esplendor, desde quando elas saíram de diante da face do Santo. 71.6 Ele escondeu o espírito de Enoque no céu dos céus. 71.7 Ali, eu vi no meio daquela luz uma construção levantada com pedras de gelo, 71.8 E no meio destas pedras vi línguas de fogo vivo.
Meu espírito viu ao redor o círculo desta habitação flamejante em uma de suas extremidades; que ali havia rios cheios de fogo vivo, o qual cercava-a. 71.9 Então o Serafim, o Querubim, e o Ofanim rodearam-na: estes são aqueles que nunca adormecem, mas vigiam o trono de Sua glória. 71.10 Eu vi inumeráveis anjos, milhares de milhares, e miríades de miríades, as quais rodeavam aquela habitação. 71.11 Miguel, Rafael, Gabriel, Phanuel e os santos anjos que estavam acima nos céus foram e saíram dele. Miguel, Rafael, e Gabriel saíram daquela habitação, e santos anjos inumeráveis. 71.12 Estava com eles o Ancião dos Dias, cuja cabeça era branca como o algodão, e pura, e seu manto era indescritível. 71.13 Então eu caí sobre minha face enquanto toda minha carne era dissolvida, e meu espírito tornou-se transformado. 71.14 Eu clamei com alta voz com um poderoso espírito, abençoando, glorificando, e exaltando. 71.15 E aquelas bênçãos que procediam da minha bôca tornaram-se aceitáveis na presença do Ancião dos Dias. 71.16 O Ancião dos Dias veio com Miguel e Gabriel, e Rafal e Phanuel, com milhares de milhares, e miríades de miríades, que não podiam ser enumerados. 71.17 Então aquele anjo veio a mim, com sua voz saudou-me, dizendo: Tu és o Filho do Homem, o qual é nascido para retidão, e retidão descansou sobre ti. 71.18 A retidão do ancião dos Dias não te esquecerá. 71.19 Ele disse: Em ti Ele conferirá paz em nome do mundo existente; por isso a paz tem existido desde que o mundo foi criado. 71.20 E assim acontecerá a ti para sempre e sempre. 71.21 Todos os que existirão e caminharão em seus caminhos de retidão, não te esquecerão para sempre. 71.22 Contigo estarão suas habitações, contigo seu destino; de ti eles não serão separados para sempre e sempre. 71.23 E assim o prolongamento dos dias estará com o Filho do Homem. 71.24 A paz será para os justos e os retos possuirão o caminho da integridade, em nome do Senhor dos espíritos, para sempre e sempre.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.