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Capítulo 1 de 1
Divinismo
Divinismo
Recolhe-te filho Meu ao Templo Interior, E em silêncio escuta-Me, entende o Meu falar; Tanto Me tens procurado fora, no templo exterior, Enquanto que Eu, o teu Pai, no íntimo desejo comungar.
A Verdade é Minha Lei, e detesto a idolatria, Movimento a Lei dos Fatos, e aborreço a simulação; E tu nisso é que teimas, espargindo a falsa teoria, Pois cometendo semelhantes erros, perpetuas a corrupção.
Minha Inteligência é um Predicado Meu em ti, O Meu Afeto é uma Virtude Minha que te entreguei; O Meu poder de Ubiqüidade te aguarda, mas com frenesi, Tu de Mim desvias, filho Meu, que com tanto Amor criei.
Não confias na decência de conduta, na Bondade, E tratas mal ao teu irmão, aquele outro filho Meu; Dos corruptores compras simulacros, e bem que amiúde, Te alegras com o mal, daquele infeliz irmão que te sofreu.
Retorna Meu filho, volta ao Meu Regaço, Observa esta Lei, de Verdade, Amor e Justiça; Vai, procura o teu irmão, e oferta-lhe pois o braço, Para que assim te abrace Eu, e gozes da gloriosa liça.
Não aceito liturgias, que isso nunca foi Meu, E repilo os simulacros, pois não Sou de fingir; Quero tuas Obras Boas, como as daquele Ungido Meu, Para assim seres Meu Verbo, e teres a Glória no porvir.
Transmito a Minha Ordem, pelo Anjo Mensageiro, E no CÓDIGO IMORTAL, lembro-te a Verdade Redentora; A Verdade acima de tudo, pois Eu Sou o Eterno Despenseiro, Sou a Origem e a Vida, e te convido à Conduta Emancipadora.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.